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Quarta-Feira, 13 de Dezembro de 2017

Editorial revista da somese edição 125
12/06/2013

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Há pouco mais de cinco anos a classe médica de Sergipe vem sofrendo constantes ataques, vindos das mais diferentes direções, quase diariamente. É fácil disseminar esse ataque, uma vez que somos uma classe trabalhadora pacífica, não muito organizada, acostumada ao trabalho recluso, longe dos holofotes e microfones, distantes da política partidária, usada politicamente, trabalhando em situações e em locais de risco e precariamente.

Os maiores defensores dessa classe são as entidades médicas, representadas pelos Conselhos de Medicina, Sindicatos e Sociedades Médicas. Desde que essas entidades se uniram de fato e de direito em Sergipe, em 2009, essa relação com os médicos/as tem se ampliado, uma vez que essas entidades chegaram mais perto dos colegas, conhecendo suas atribulações, ouvindo suas queixas, participando do seu dia-a-dia, defendendo seus direitos e interesses.

Há pouco mais de um ano fomos surpreendidos pela notícia de que oito colegas foram denunciados à polícia. Não entraremos no mérito da denúncia, o que vale ressaltar é que foi um momento único, inglório e humilhante na história da medicina em nosso estado. Todos foram declarados inocentes das acusações, depois de apuradas as denúncias. 

As entidades médicas deram o apoio e a solidariedade aos colegas em todos os momentos. Isso fortaleceu o movimento, mas ficou também  a cicatriz da agressão. Infelizmente, tivemos notícia de nova agressão a colegas médicos. Também não entraremos no mérito dessas novas acusações. Sabemos que há uma espurcícia por trás disso. A cicatriz reabriu. Evidentemente que as entidades não compactuam com fatos que impliquem em desvio de conduta profissional.

Somos humanos, apesar de transparecer que às vezes somos deuses.  Erramos como qualquer mortal, mas quem não erra? Sim, podemos errar, mas não podemos persistir no erro. Somos diferentes de todas as demais profissões, somos mais vigiados, por isso devemos ter mais cuidado com o que falamos e o que fazemos. Todos nos olham. Olhar esse ás vezes de inveja, de ciúme, de raiva, de intolerância, de ódio. A nossa retribuição a esses tipos de olhares, deve ser a da paciência, da tolerância, da piedade, da sapiência e do perdão. Não podemos ser julgados por quem não tenha esse poder.

Uma vez mais as entidades médicas se levantam em defesa da classe médica. Estaremos sempre atentos, colegas, para que não queiram fazer da nossa classe um trampolim para interesses que não sejam uma melhor qualidade de saúde para a nossa população.

 

Aproveito, dessa forma, este espaço para reafirmar a disposição da Sociedade Médica de Sergipe em lutar pela categoria. Em 2012, continuaremos trabalhando pela melhoria da qualidade de vida dos médicos e da sociedade em geral. Desejo votos de boas festas, de um Natal cheio de bons acontecimentos e de um ano novo completo de realizações.

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